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terça-feira, 10 de maio de 2011

MANUAL PRÁTICO DO CRIADOR DE GALINHAS E AVES


MANUAL PRÁTICO DO CRIADOR
ÍNDICE
 MATRIZES/NINHOS/OVOS E PINTOS.................................01,02,03 e 04
 ALIMENTAÇÃO NATURAL E HIGIENE........................................05 e 06
 DOENÇAS E MEDICAMENTOS.......................................................07 e 08
 CHEKLIST PARA HIGIENE........................................................09, 10 e 11
 QUADRO DE VACINAS............................................................................12
 REMÉDIOS CASEIROS E CURIOSIDADES....................................13 e 14
 INFORMAÇÕES SIMPLES................................................................15 e 16
 ÍNDIO GIGANTE................................................................................17 e 18
 PORQUINHO-DA-ÍNDIA:RAÇAS/SAUDE/DOENÇAS............19,20 e 21.
 FAISÃO............................................................................22,23,24,25,26 e 27


A agradável criação de galinhas, poderá ser no seu quintal, granja ou fazenda e será matrizeiro, comercial ou simplesmente criador para consumo. A atividade poderá ser com galinhas utilitárias ou ornamentais.
Nosso objetivo é prestar algumas informações práticas ao criador, sem pretensões de ser um trabalho científico ou de pesquisa.
A atividade quando profissionalizada como matrizeiro, poderá dar lucro maior, mas, exigirá uma série de requisitos legais e a aprovação no MINISTÉRIO DA AGRICULTURA e no órgão de controle estadual.
MATRIZES
Um investimento inicial na aquisição de bons pintos, permite ao criador, consumir aves livres de hormônios e outros produtos tóxicos.
A formação de um plantel de aves puras e resistentes lembram a criação interiorana das granjas, sítios, chácaras e fazendas. Uma criação que pode ser amadora, mas, com saúde, produção e lucratividade.
Além das galinhas de produção industrial que abastecem os supermercados, existem galinhas rústicas, criadas soltas para ovos e carne, e, existem as galinhas ornamentais, que aliam as qualidades das aves rústicas, à beleza, que lhes confere, um ótimo preço de venda.
Quem optar por produzir os próprios pintos deverá ter matrizes com galos e galinhas sadias, isentas de doenças.
A linhagem das matrizes irá definir a qualidade da criação.
As instalações terão que obedecer a um critério pré-estabelecido de higiene e manejo.


NINHOS
Nas criações mais simples, os ninhos podem ser de madeira, cesta de vime ou até de caixa de papelão com capim seco ou outro material.
Os ninhos podem estar com altura de 1 tijolo e devem ser desinfetados permanentemente com Bolfo ou Naftalinas.
Se não houver o ninho, o ovo cairá no cavaco, podendo quebrar ou sujar com as bactérias acumulados no cavaco.
OVOS
Quem quiser produzir os próprios pintos, e portanto, considerado matrizeiro, deverá providenciar para que os ovos colhidos a cada hora, não sejam colocá-los ao sol, pois assim, poderá estar iniciando o processo de incubação.
É importante formigar (desinfetar) os ovos e a chocadeira, que, deverá estar com 37 graus de temperatura e umidade de 67.
É necessário que o criatório e a cama estejam limpos e o cavaco espesso. Quando o galo ou a galinha bicarem os ovos, pode ser necessidade de cálcio ou vegetação verde. Deve-se cortar os bicos.
A limpeza dos ovos, deve ser, com palha de aço, e produtos próprios. Ovos trincados, manchados, com duas gemas, deformados e pontudos devem ser excluídos.
Se o clima da região não for o ideal, os ovos devem ser guardados em sala de refrigeração com temperatura de aproximadamente 12 a 18 graus.
É importante que os ovos sejam incubados até o sexto dia, e, enquanto aguardam fora da chocadeira virados 2 vezes por dia também, é necessário, que
sejam colocados na bandeja com a ponta mais grossa para baixo, pois, nela está a camada de ar e a gema pode se desprender e grudar na casca.


Os primeiros ovos devem ser desprezados, e somente aproveitados aqueles após 10 dias de inicio da postura.
O ovo é muito rico em energia e ferro, constitui uma grande fonte de proteína. Dados recentes, demonstram que a ingestão de um ovo por dia não aumenta o risco de doença vascular.
PINTOS
Os pintos geralmente são alojados em círculos de Eucatex ou Duratex, com altura variável de 30 a 70cm, dependendo das correntes de ar, umidade, frio, e dos predadores que possam aparecer. Uma circunferência de 2 m pode servir para 100 pintos.
Calor, água limpa, local livre de fungos, boa ração e acompanhamento é o necessário nessa primeira fase de vida da criação. A cama deve ser preparada com serragem, palha de arroz ou bagaço de cana, deve ter cerca de 5cm de altura, limpa de resíduos e fungos.
Equipamentos: 1 bebedouro pendular ou de pressão e uma bandeja de ração para 100 pintos, uma lâmpada infravermelho de 250 W pode servir para até 500 pintos.
A partir de 5 dias de nascidos, o espaço deve aumentar aos poucos, chegando a 1 comedor tubular para 30 aves e 1 bebedouro pendular para 100 aves.
Os pintos somente devem ter acesso a área de pastagem após 30 dias de nascidos. No primeiro dia de vida é uma boa prática que seja colocado papel frisado, “machucado” no piso do pinteiro para melhor se fixarem (pode ser jornal cortado ou qualquer outro papel). Quando nascidos, os pintos devem tomar a vacina de Marek e Gumboro(logo que saírem da chocadeira).


Os pintos menores, devem ser separados dos maiores logo nos primeiros dias de nascidos, evitando, que por medo deixem de se alimentar. Podem ser debicados logo, mas, a maioria dos criadores debicam após 30 dias.
É importante acompanhar o quadro de vacinação no tempo devido. (Ver Quadro de Vacinas página 13).
ALIMENTAÇÃO VERDE
Como sabemos, a energia do sol é responsável pelo crescimento do capim e das verduras, e estão repletos de vitaminas, minerais e força vital. Fornecer verde diariamente é muito bom para as aves. Uma ração balanceada com ingredientes secos, contempla as necessidades alimentares das aves, mas, as vitaminas, minerais e outros elementos nutritivos contidos no verde e acumulados no corpo das galinhas, além de beneficiá-las transferem força para os ovos.
A luz solar é um estímulo ao repouso. A intensa atividade de ciscar sob condições de luz, criam boas condições microclimáticas no organismo das aves e dá resistência contra as bactérias.
O campo para andar, desenvolve a musculatura das aves e não deverá haver poças de água, entulhos e dejetos de outros animais, mas, é importante, que haja sombra para seu descanso.
Além das frutas que caem, as verduras, o capim, o feijão guandu, a folha de bananeira e o mamão, são ótimas para a alimentação das aves. A farinha de casca de ovos é um excelente cálcio para as galinhas em postura, podem ser trituradas no liquidificador, formando uma farinha para misturar à ração.
Quanto maior a disponibilidade de alimentos alternativos, menor será o custo da criação e melhor será o sabor da carne.
HIGIENE
A falta de higiene é uma das principais causas de doenças nas aves.
A pulverização dos aviários deve ser aplicada de 1 a 3 vezes por dia. Os cavacos devem ser trocados a cada 20 dias, e semanalmente, devem ser virados.


Os bebedouros e comedouros, devem ser limpos diariamente e a cada 8 dias, lavados com sabão e escova.
As bandejas usadas, devem ser próprias para incubatório: limpas e novas. As caixas d’ água, devem ser lavadas a cada 15 dias e colocado cloro, a cada semana. O combate aos ratos e predadores deverá ser permanente e rigoroso.
DOENÇAS – MEDICAMENTOS
Verificar sempre aves fracas, pálidas e tristes, se houver doença, medicá-las, se não, simplesmente, colocá-las em campo para tomar sol, alimento verde e alguma vitamina: Poliforte, Vitagold, Hidrovit e outras similares. (Dependendo da Prescrição médica do Veterinário).
É preciso atenção para que não haja o enfraquecimento dos pintos provocado por FRIO – UMIDADE – VENTO – ÁGUA SUJA – UMBIGO ABERTO – CAVACO VELHO E COM FUNGO – ALIMENTAÇÃO VELHA OU MOFADA – MILHO SEM PROCEDÊNCIA - INSTALAÇÃO SEM SER PULVERIZADA.
Algumas enfermidades mais comuns: Diarréia, Coriza, Bronquite, Vermes, Salmonela, Pulorose. A maioria, tem vacinas, e outras, medicamentos eficazes.
ALGUMAS SUJESTÕES QUE PODEM SER INDICADAS PELOS VETERINARIOS INDEPENDENTE DAS VACINAS.
Hidrovit nos pintos de 1 dia.
Saneprim – Combate a Coli e as principais doenças, do quarto ao décimo dia.
Neomicina – Efeito mais intestinal.
Enrotril - contra a coriza.
Remédio de verme conforme tabela, sobretudo, nas aves com cloaca suja.
As doenças mais comuns são as decorrentes do mau manejo. Exemplo:


A Coli, tem muito a ver com a água e a limpeza do aviário. As principais características são as asas caídas, abatimento e sem se alimentar. Ataca muito os pintos. A galinha infectada prejudica o pinto. Se necessário, fazer o exame de laboratório com antibiograma para detectar qual o antibiótico sensível – MEDICAR TODO PLANTEL.
Nos climas muito úmidos, uma doença muito comum é a coriza, e existem vários medicamentos que podem ser indicados pelo veterinário: terramicina la, amoccilina, citroflocxacina, sulfoclopiridazina – trimetropim – enrotril – enrotel – enrofloxacina (mais respiratório), neomicina (mais intestinal), sulfaquinoxalina excelente para coccidiose, sulfaclopiridazina – florfenicol – eritromicina – cefalecina.
O exame de laboratório com antibiograma é fundamental na indicação do antibiótico mais sensível ao plantel afetado pela doença.
RELAÇÃO DE DOENÇAS E PROVIDÊNCIAS:
Doenças de Marek: É uma doença causada por vírus, também conhecida como Paralisia das Aves. Causa tumores nos nervos, nos rins, baço, fígado, intestinos, coração e músculo. Os sintomas variam de acordo com a localização dos tumores. Podem ocorrer diarréias, as aves ficam ofegantes. Afeta o sistema nervoso central das aves. O crescimento e a reprodução sofrem decréscimos.
SOLUÇÃO: Severa limpeza e desinfecção. Isolamento das aves doentes. A vacinação deve ser realizada em pintos de 1 dia de idade e aplicada no dorso ou no pescoço.
Newcastle: É causada por um vírus, e também muito contagiosa. Os primeiros sintomas consistem em queda do consumo de alimentos, bronquite com tosse e
espirros, as aves perdem o equilíbrio, andam em círculos, entortam o pescoço e tem diarréia. Chegam á morte se não forem atendidas rapidamente pelo veterinário.
SOLUÇÃO: As aves doentes devem ser isoladas, os viveiros desinfetados rigorosamente, assim como todos os bebedouros e comedouros. A vacinação é feita via nasal ou ocular, mas também pode ser feita via muscular, no peito ou na coxa.


Pulorose: Também chamada “Diarréia Branca” é uma infecção causada por Salmonela. Causam problemas na reprodução, fertilidade, atraso de crescimento e queda de produção. Há sonolência, apatia, diarréia amarelada, asas pendentes e as fezes se acumulam em torno do ânus, há dispnéia da crista.
SOLUÇÃO: O tratamento é feito com antibióticos e sulfa, desinfecção rigorosa e separação das aves contaminadas.
Tifo Aviário: É provocada por Salmonela, provoca palidez da crista, apatia, penas arrepiadas, diarréia amarelo-esverdeada e artrites, febre, sede intensa.
SOLUÇÃO: O tratamento é feito com algumas sulfas e antibióticos específicos. A doença aparece normalmente por práticas anti-higiênicas e mau manejo.
Aspergilose: É uma infecção que ataca as aves, sendo provocada por fungos. Causam alterações no aparelho respiratório (ronqueira), perda de apetite, enrijecimento das articulações e paralisia, diarréia, apatia, queda na produção. Confunde-se com a coriza e a bronquite infecciosa.
SOLUÇÃO: Não há vacina. O tratamento é feito com antibiótico e pulverização periódica dos viveiros com fungicidas. A ingestão de alimentos mofados induz a formação de focos.
Bouba Aviária: Também conhecida com varíola Aviária, é causada por vírus, formando nódulos escuros na pele em volta dos olhos, bico, crista e barbelas. As aves apresentam dispnéia e cabeça na cor roxa. Quando as aves aparecem doentes devem ser isoladas.
SOLUÇÃO: Os nódulos são retirados, a pele sangra e deve-se aplicar iodo glicerinado. As aves devem ser tratadas com antibióticos.
A vacina é indispensável para evitar a doença, deve ser aplicada nas aves de 1 a 5 dias de idade, na membrana da asa ou na coxa após a retirada das penas.
Bronquite infecciosa: É uma doença respiratória causada por vírus, altamente contagiosa. As aves apresentam tosse, espirros e dispnéia, as lesões acontecem principalmente nos pulmões e as aves apresentam catarro. A produção cai e o apetite diminui, as aves ficam prostradas.


SOLUÇÃO: O uso de antibióticos combate a infecção, boa alimentação, água de boa qualidade e instalações são indispensáveis. A vacinação é feita entre 6 e 16 semanas de idade. (Ver H5N1 – Influenza aviária).
Coccidiose: Provoca a queda na produção e o atraso no crescimento. Doença parasitária do trato intestinal é transmitida através de fezes, cama úmida e água suja. O calor e umidade favorecem o aparecimento da doença. As aves tornam-se apáticas, perdem o apetite e ficam pálidas.
As fezes apresentam-se aquosa e sanguinolenta, pois, a doença provoca severa inflamação da mucosa intestinal.
SOLUÇÃO: A desinfecção das instalações é o melhor meio de prevenção, devendo ser observada a prática de manejo, uso de cama limpa, limpeza e desinfecção de comedouros e bebedouros. Boa alimentação é indispensável.
Cólera: Também conhecida como Pasteurelose Aviária, é um germe, apresenta sintomas de febre e sede intensa, respiração ofegante, sonolência e diarréia.
SOLUÇÃO: Vacina no tempo indicado.
CHEKLIST DA HIGIENE PARA A SAÚDE DAS AVES
1.Entrada de sol no ambiente da criação.
2.Árvores podadas para haver circulação de vento.
3.Capim cortado para evitar fungos e bactérias.
4.Fazer o controle de insetos e roedores principalmente entre os lotes.
5. Evitar o trânsito de pessoas e animais ao redor do galpão
6. Pé de luvio nas entradas, principalmente pinteiros. (Cal ou outro produto em um recipiente junto à entrada) Rodoluvio também é importante.
7. Manter os galpões sempre limpos e desinfetados após cada criada


8. Recolher todas as aves mortas diariamente a depositá-las em fossas, obedecendo, uma distância mínima de 150 metros da granja ou o mais recomendável: INCINERÁ-LOS.
9. Aplicar corretamente as vacinas e medicamentos necessários
10. Fazer o vazio sanitário de pelo menos 15 dias após a desinfecção das instalações.
11. Não permitir a entrada de estranhos no pinteiro.
12. Manter limpo a arrumado o almoxarifado, pois é dele que saem as peças para trabalho e não devem levar bactérias de ratos, baratas, etc.
13. Não guardar resto da cama do lote anterior no galpão onde se está alojando novo lote.
14. Retirar toda a cama antiga.
15. Varrer o galpão todo.
16. Lavar o galpão com água e sabão.
17. Fazer uma caiação eficiente.
18. Pulverizar com desinfetante.
19. Espalhar a cama nova.
20. Desinfetar todo o equipamento.
21. Recolher entulhos ao redor do galpão.
AVES RECÉM CHEGADAS
As aves recém chegadas de criadores não conhecidos devem ficar separadas do plantel por 40 (quarenta) dias e lavar as patas com desinfetantes (água com creolina ou outros), bem como, colocar bolfo embaixo das asas e pernas. Cortar os bicos.


Se o criador achar necessário, pode aplicar tetradur ou outro antibiótico que o veterinário indicar, por 5 dias.
INFORMAÇÕES DIVERSAS
1-inicio da postura = 20 semanas ou 5 meses.
2-Um plantel de galinhas põe em torno de 70% a 80% no primeiro ano de postura.
3- A altura normal dos comedouros e bebedouros, para as galinhas deve ser a altura do peito.
4-Nos galos índio gigante, colocar os comedouros, mais altos com ração mais forte.
A ração não deve ser substituída por outra marca, devendo ser usada do início ao fim da postura, pois, se houver a troca durante a fase de produção, pode ocorrer queda brusca e o retorno da produção pode ser lento e demorado.
Os poleiros são importantes na criação das aves semi confinadas, e devem ser feitos sempre no sentido horizontal, com altura de 40 a 50 cm do chão. São desaconselhados os poleiros com formato de escadas.
É importante que seja evitado o acumulo de resto de ração nos comedouros, evitando a sua fermentação que prejudica a saúde das aves.
No caso de uma construção rústica é necessário que se tenha uma área coberta para se alojar os equipamentos.
As aves ornamentais são estabelecidas pela “American Poultry Association” que publica o livro “Standard of perfection” que estabelece 175 variedades de aves conhecidas pelas suas características e regiões de origem.
TEMPO DE INCUBAÇÃO Faisão: de 22 a 27 dias Galinda D`ANGOLA: 28 dias Galinhas: 21 dias


QUADRO DE VACINAS
IDADE(DIAS) VACINA VIA APLICAÇÃO OBSERVAÇÃO 1° DIA MAREK SUBCUTÃNEA DOSE ÚNICA 7° AO 10° BOUBA SUBCUTÂNEA -------------- 7° AO 10° NEW CASTLE GOTA OCULAR OU NASAL -------------- 7° AO 10° GUMBORO GOTA OCULAR OU NASAL ------------- 7° AO 10° BRONQUITE GOTA OCULAR OU NASAL REVACINAR COM 6 MESES 30° AO 35° CORISA INJETÁVEL NO MÚSCULO DO PEITO REVACINAR COM 60 e 120 DIAS CORISA OLEOSA 40° AO 50° BOUBA SUBCUTÂNEA MEMBRANA DA ASA REVACINAR ANUALMENTE 40° AO 50 NEW CASTLE GOTA OCULAR OU NASAL REVACINAR DE 6 EM 6 MESES 40° AO 50 GUMBORO GOTA OCULAR OU NASAL REVACINAR ANUALMENTE 40° AO 50 BRONQUITE GOTA OCULAR OU NASAL REVACINAR ANUALMENTE 70° AO 75° 1° DOSE SALMONELA PARA AVES DE POSTURA MEIO ML INTRAMUSCULAR REVACINAR COM 16 SEMANAS 2 DOSES 60° AO 90° CÓLERA e TIFO AVIÁRIO INJETÁVEL NO MÚSCULO DO PEITO REVACINAR ANUALMENTE


REMÉDIOS CASEIROS, CURIOSIDADES – DICAS E CRENDICES POPULARES
* A folha de bananeira é bom para combater o verme das aves;
* O limão e a acerola têm muito acido cítrico e são bons para combater a coriza;
* O pó de café tem cafeína que é energético;
* O alho possui 17 antibióticos é bom inclusive para coriza;
* A pimenta e o jerimum, fazem a gema do ovo ficar vermelho;
* O capim pendurado no aviário, evita a bicagem das aves;
* O óleo de copaíba é ótimo para combater a inflamação;
* A bicagem das aves,em parte,é devido a falta de cálcio.A casca de ovo tem muito cálcio quando passada no liquidificador(o pó) é excelente para as aves;
* A moela é o órgão que opera a mastigação dos alimentos, é a dentadura das aves. Se o milho for ingerido inteiro o organismo absorve menos;
* As fontes que têm muitas vitaminas “C”, e são excelentes para as aves: acerola, limão, laranja, cajá, melancia, manga, goiaba, entre outros.
* As hortaliças também são muito úteis para alimentação das aves: tomate, quiabo, coentro, feijão em geral
SOLUÇÕES CASEIRAS PARA ALGUNS PROBLEMAS DE SAÚDE: PIOLHO, RONQUEIRA,VERMES, DIARRÉIA, EMPENAMENTO.
- Piolho = Adicionar enxofre na ração
- Ronqueira= Uma cabeça de alho amassada em 50 litros de água
- Vermes = Mamão verde, acerola, folhas de bananeira, hortelã miúdo
- Diarréia = Folhas de goiabeira e de bananeira
- Empenamento, Depenagem é a falta de nutrientes. A solução é batata doce, verduras, cálcio e fosfato.
As criações industriais de galinhas de granja adoecem mais de coriza e gumboro, sobretudo, devido ao calor da cama de cavaco. Alguns produtores, vacinam de coriza, o que eleva muito o custo de produção.


CURIOSIDADES:
Lampião o “Rei do Cangaço” usava nos seus comandados alguns processos que nos parece um tratamento bem dolorido:
1. Nas feridas: Cinza, sal, pimenta, fumo;
2. Nas feridas abertas = Aguardente e pimenta malagueta seca, colocado no orifício das Feridas. O fumo em pó colocado nas feridas abertas, evita infecção e moscas.
3. Casca de jenipapo para luxações.
4. Chá de quixaba para cicatrização
INFORMAÇÕES SIMPLES
1. O número ideal de galos para cada galinha, deve ser no mínimo, 1 galo para 5 fêmeas e no máximo, 1 galo para 10 fêmeas.
2. O tempo útil ideal, para uma galinha produzir é 2 anos, podendo “ forçar” até os 3.
O espermatozóide da ave fica na gordura.
3. Os 12 primeiros dias de um pinto são fundamentais para o seu desenvolvimento futuro.
4. A boa poedeira tem algumas características peculiares: Crista grande com cor viva, Cloaca grande, corada e macia.
5. Na gema do ovo gerado, o pinto tem 72 horas de proteção.
6. Uma falha prejudicial do responsável pelas aves: “ Está faltando colocar ração, deixa para colocar depois do almoço”. Duas horas, prejudica todo o plantel.


7. Na construção do aviário é bom seguir a seguinte orientação: Sol nascente – Aviário – sol poente.
8. Nas aves rústicas, a diferença de peso entre macho e fêmea, oscila em torno de 500 grs, dependendo do tipo de criação e do peso total alcançado.
9. A época de mudança de penas, é antes do inverno, e antes do verão.
10. A forma mais segura de saber o sexo é virar a cloaca da ave, ou, o exame de DNA, realizado com uma gotinha de sangue. Folclore ou não, se diz que, se o pintinho esticar as pernas ao ser pego na mão, é macho, se encolher é fêmea. Os ovos mais redondos, nascem fêmeas e os mais bicudos nascem machos.
11. Uma providencia simples, mas, importante para a higiene, é um tonel para servir de forno séptico, onde serão queimados todos os animais mortos.
12. Para economizar o desperdício de ração no comedor automático tubular, pode-se colocar um arame em forma de mola, entre o tubo, e o aro evita-se que a galinha puxe com o bico, a ração para o lado de fora.
13. Caso o galo ou a galinha estejam muito gordos, mas, ainda interesse ficar com os mesmos, aconselha-se 3 dias sem ração, apenas bebendo água. Quando os pés das aves mais velhas, estiverem com escamas ou peles ressecados pode-se passar querosene para limpa-las.
14. Uma providencia interessante para se saber quais as galinhas que estão em postura, quando alojadas em pequenas divisões, é numerar os ovos, de acordo com o numero dos compartimentos e depois verificar quantas galinhas eram, e quantos ovos realmente foram colhidos a cada dia. O número no ovo, irá servir para avaliação das poedeiras.
15)Quando chocados, o número identificará em qual divisória, os ovos não estão fertilizados.


FINALMENTE: SE OS CUIDADOS, OS REMÉDIOS E AS “DICAS” NÃO DEREM RESULTADOS E VOCÊ ACREDITAR EM “OLHO GRANDE”
- Cerque a área da ave com sal grosso.
- Na entrada, coloque uma taça também com sal grosso.
- 4 dentes de alho nos 4 lados e 1olho de boi.
“NÃO TEM OLHADO QUE AGUENTE”
CONCLUSÃO
Estabelecemos boas providências para o sucesso de uma criação não industrial, entretanto, se o pequeno criador, ou iniciante, dispensar algumas dessas providências também poderá ser bem sucedido, desde que, a sua assistência pessoal possa ser eficiente no manejo ou delegue a quem a realize com interesse. Sem dúvida as aves criadas soltas, além de saudáveis, sem hormônios ou produtos industrializados, são mais resistentes ás bactérias que provocam as doenças.


ÍNDIO GIGANTE
Nos mais remotos sertões do Brasil, lá pelo ano de 1930, surgiu um frango gigante, bem maior que o caipira comum. Frango este com uma beleza superior, porte muito elegante, com aquelas coxas, pernas altas, pouquíssimas penas que até os 04 meses parecia um filhote de papagaio (peladão, peladão), com seu andar mole desajeitado parecia mais um dinossauro. Porém, ao ficarem adultos se transformam em belos galos e galinhas.
De tal beleza que chamava a atenção de qualquer um que os via. Surgiram por um trabalho de apaixonados e admiradores das aves, que através de uma seleção genética chegaram ao frango índio. Passando a ser chamado de Índio Gigante, devido a sua semelhança com as aves combatentes.
Para firmar os resultados do índio Gigante, com um padrão definido, foram necessários vários cruzamentos de raças: O Malay, o Shamo, o Plymouth Rock Barrada, o New Hampshire, o Rhodes Island Red e outras raças de frangos de peso de diversas cores o que originou a diversidade de suas penas.
O índio Gigante tem características rústicas, e pode ser considerado hoje a melhor opção para produtores.
Quem deseja melhorar o plantel de galinhas caipiras pode substituir os galos caipiras por galos de raça Índio Gigante obtendo assim aves mais resistentes e de melhor qualidade. São sugeridas também as raças Orpington, Plymouth Rock Barrada, Rhodes Island e New Hampshire.
Caso o criador não queira investir nessas raças poderá apenas acrescentar as galinhas caipiras. Desta forma, obtêm-se aves maiores e mais saborosas. Uma raça resistente às doenças, muito mais produtiva, e que apresenta padrão genético estável.
O padrão é marcado por uma penugem diversificada, com cores vivas, diferenciadas do caipira tradicional, que apresenta menos cores e penas. Outras diferen-ças marcantes são as rusticidades e a conformação da carcaça, ressaltando-se o peito largo e pequena crista.
O criador não profissional do Índio gigante, será bem sucedido, sempre com instalações simples e arejadas. O quilo da galinha de granja nos supermercados custa em Janeiro/2010 em torno de R$ 3,00 (Três Reais). As galinhas de índio Gigante/Caipira custam em torno de R$10,00 (Dez Reais).
O custo da galinha Índio Gigante é bem menor porque se alimentam pouco de ração balanceada, mas, basicamente de massa verde como: capim, mato, folhas, frutas, verduras, resto de comida e milho.
Esse nome Índio, surgiu quando nos parques agropecuário, os visitantes se admiravam com o porte dos galos e diziam : é Índio! Para não contrariar a maioria, ficou sendo Índio, mas o certo seria chamá- lo de Caipira Gigante”.
Reprodução: Inicio próximo aos 06 meses, podendo ser usada até os 05 anos. Ideal usá-lo até os 24 meses.
Peso: Quando adulto, o peso atinge 4,500 Kg a 6,500Kg
Altura: Entre 0,80cm e 1 metro da ponta da unha a ponta da crista.
Profilaxia: Uma ave bastante rústica e resistente. É interessante aplicar as vacinas e os vermífugos periodicamente.
Postura: Aproximadamente 230 ovos/ano.
O objetivo final é um frango com boa carne, rústico, resistente, maior postura de ovos, mais precoce que o frango caipira e com o dobro do seu peso.
Nos próximos dez anos a genética do índio gigante, deverá estar presente em cem por cento dos criatórios, quem começar mais cedo, irá usufruir primeiro, essa criação.

PORQUINHO-DA-ÍNDIA:

ORIGEM: O porquinho-da-índia ou preá, preá-da-índia como é conhecido em algumas regiões é um roedor da família dos caviídeos, existindo atualmente apenas como animal doméstico. O nome deve-se ao fato de originalmente provirem das chamadas "Índias Ocidentais", onde alguns povos no período da colonização, os criavam para deles se alimentarem. Os europeus tiveram os primeiros contatos com o animal desde o século XVI, ao atingirem os dominios do Império Inca. O animal era denominado pelos indígenas como "Cuí", por causa dos gritos curtos que emite, tendo-o adotado como mascote. Ao chegarem à Espanha, os porquinhos-da-índia tornaram-se moda, vindo a espalhar-se por toda a Europa como animais de estimação. ALIMENTAÇÃO: Os porquinhos-da-Índia vivem de quatro a dez anos e podem reproduzir-se ao longo de todo o ano, gerando três a cinco filhotes por ninhada, porém existe casos de que alguns vivem até 12 anos. Para o primeiro acasalamento, recomenda-se que o macho tenha de três a quatro meses de vida e as fêmeas de três a sete meses de vida (jamais depois de sete meses). O período de gestação é de 59 a 72 dias, sendo a média de 62 dias. O tamanho dos filhotes, ao nascer, é de 7 cm em média. A idade ideal para o desmame é de 3 semanas. Os machos chegam a pesar 1 kg e a medir 20 cm em média quando adultos. Já as fêmeas são mais leves, com aproximadamente 15 cm de comprimento e com 700g de peso. São alegres e dóceis, raramente mordendo, a menos que se sintam ameaçados, ou nos casos em que machos disputem fêmeas. Adaptam-se bem ao cativeiro e são alimentados com ração de coelho peletizada, feno ou capim, legumes (exceto alface, que pode causar-lhe diarréia) e frutas frescas. Recomenda-se a introdução do brócolis e da couve-flor na sua alimentação, por causa da quantidade de vitamina C que possuem. Alimentos novos para o animal devem ser-lhe apresentados aos poucos, uma de cada vez, observando-se a reação e ofereça sempre água fresca, principalmente em regiões quentes como o nordeste do Brasil. RAÇAS DE PORQUINHOS-DA-ÍNDIA: Existe uma grande variedade de cores, padrões e preços de porquinhos-da-índia como por exemplo:  Abissínio  Pêlo curto  Coroado  US-Teddy e Rex  CH-Teddy  Peruano e Angorá  Shelties e Coronet  Texel e Merino  Alpaca e Mohair ALOJAMENTO: Se a gaiola ou local de alojamento for limpo regularmente, os porquinhos não irão cheirar mal, não haverá problema nenhum com o cheiro dos porquinhos dentro de casa. Se eles correrem livres pela casa é bom estar sempre com atenção, pois, já que são roedores, podem roer plantas, mobília e cabos. Deve-se ter o máximo de cuidado com plantas venenosas, cabos elétricos, cães, gatos e outros animais que possam atacar os porquinhos, pois, são frágeis. Evite expor ao Sol intenso no Verão e no Inverno não coloque próximo a aquecedores ou lareiras. Em temperaturas muito baixas, devem estar protegidos do vento e da chuva e que tenham uma casinha por perto onde se possam aquecer. SAÚDE: Analise com detalhe seus porquinhos-da-índia, para reconhecer o mais cedo possível algum problema de saúde.
OS PROBLEMAS MAIS COMUNS QUE PODEM APARECER:
Deve-se tomar medidas para que unhas e dentes não cresçam demais, pode-se colocar uma pedra áspera dentro da gaiola para desgastar as unhas e também adotar uma boa alimentação que faça uso constante dos dentes e possam roer com os dentes são duas boas medidas. Os dentes crescem durante toda a vida do animal, pelo que se ele partir um ou mesmo dois, ao fim de uma semana eles já estarão grandes de novo. O corte das unhas é fácil de fazer, você mesmo poderá fazer, é fácil e simples. Surgimento de parasitas(piolhos) no pêlo: Solução: A perda de peso é sempre um sinal que algo está errado com o animal. Partes do corpo sem pêlo e o animal a coçar-se constantemente é sinal da presença de parasitas, pulgas, piolhos, fungos ou falta de minerais. Diarréia: Solução: Uma diarréia é muito raro de ocorrer se o animal tiver uma alimentação saudável. Animais de pêlos compridos devem ser escovados regularmente para manter o pêlo em boas condições. Se você tiver algum desta raça e não o levar a exposições ou concursos, o melhor é cortar(tosar) o pêlo um pouco para que não entrelace. Os porquinhos não gostam de tomar banho e não devem tomá-lo a não ser que seja absolutamente necessário. Se quiser dar banho ao seu porquinho, deve lavar com água morrna e usar um shampoo ph neutro.
FAISÃO O faisão é uma ave do gênero galiformes (da mesma família do perdiz e pavão). São originários da Ásia, China, Rússia, Nepal, Japão, Himalaia,Tibet e Egito. O nome faisão, vem do rio Phasis (hoje rio Rion), localizado no Cáucasol(sudoeste da Rússia), próximo ao mar Negro, local de onde foram levados para Europa e outras partes do mundo. Os machos são maiores e de plumagem bem mais colorida e brilhante do que as fêmeas, acredita-se que uma das razões desse dimorfismo, é que, sob o ataque de um predador, o macho é o mais chamativo, atraindo assim o perigo para ele, enquanto a fêmea foge com a cria. Os machos realizam grandes exibições na época de acasalamento, e são geralmente brigões e polígamos. Existem várias espécies de faisões, das quais 46 são criadas em cativeiros e mais de 160 variedades. Existem várias espécies em estado selvagem na Ásia. Na Europa se torna uma ave nativa nos bosques europeus. Nos Estados Unidos sua produção anual é em torno de 20 milhões de aves. Sua carne é de delicado e excelente sabor, sendo disputada entre os “gourmets”. CRIAÇÃO PARA ABATE E CAÇA: A época de criação no Brasil é de setembro a janeiro onde existe um maior período de luz, sendo o pico da postura no final de outubro chegando a 70%. Vivem em viveiros que podem ser de família 01 macho e 06 fêmeas (pelo menos com a metragem de 04 metros quadrados) ou viveiros coletivos 20 machos e 100 fêmeas(120 metros quadrados). O piso deve ser de areia com uma boa drenagem. As paredes de alvenaria e tela pelo menos 3 lados de alvenaria e 1 de tela, que deve começar após 0,5 metros de alvenaria, a tela nunca deve entrar em contato com o chão. O teto deve ter uma cobertura de tela, para caso de destelhamento as aves não fugirem, e as telhas de barro para um melhor isolamento térmico. Deve ser colocados comedouros e bebedouros automáticos. No viveiro coletivo é necessário a colocação de poleiros para diminuir a densidade no chão evitando-se assim a perda de macho por briga e fêmeas que possam estar machucadas por excesso de cópula. É importante fazer a debicagem no momento de introdução das aves nos viveiros, e sempre que fizer necessário, pois, ajuda na diminuição da perda de ovos.
A faisoa é uma ave ainda um pouco selvagem, sua postura é realizada no chão, por isso, a captação de ovos é feita 04 vezes ao dia, sempre pelo mesmo tratador, com um uniforme padronizado. A limpeza do ovo pode ser feita com lisoforme (produto encontrado em supermercado), colocados em uma bandeja de ovos plástica, nunca de papelão, com o iço virado para baixo, em seguida é feito a fumigação, mistura de permanganato de potássio com formol, que serve para uma total desinfecção dos ovos(uso indicado somente para grandes produções), após são levados para uma sala com temperatura de 20°C(a partir de 22,2°C tem-se o início da germinação do ovo) e 80% de umidade ficando estocados um máximo de 07 dias para depois serem incubados, quanto maior for o tempo de estocagem, menor será a porcentagem de eclosão. INCUBAÇÃO ARTIFICIAL E CRIAÇÃO DOS FILHOTES Os filhotes de faisão são muito espertos e se não tivermos cuidados, certamente perderemos alguns por fuga. Ao nascerem deve ser feita a operação na asa para que não voem mais(animal para abate), o sistema é simples e eficiente, se for para caça ou ornamentação o animal não deve ser operado. Essa operação é uma amputação de um terço de uma das asas com cauterização, esta operação deve ser feita no primeiro dia após o nascimento. Os animais são colocados em criadeiras ou em círculos de Eucatex com o piso de serragem iguais aos usados por pintos de galinhas. As granjas devem possuir iluminação artificial controlada, para evitar um dos problemas, o canibalismo (diminui-se a qualidade de luz quando o problema ocorre). A temperatura ideal varia da seguinte forma: 1ª semana 35°C, 2ª semana 31°C, 3ª semana 26°C, mantendo assim até a total formação das penas. No 1° dia é administrado polivitamínico a água devido ao stress da manipulação dos animais. É recomendado silêncio absoluto, inclusive devemos bater na porta antes de entrarmos no viveiro. Pôr volta do 10° dia, os animais começam a pular o círculo, devemos então, colocar comedouros e bebedouros no lado de fora, quando o número de animais do lado de fora for maior que o de dentro, retiramos o círculo (por volta do 14° dia), já nesta fase são colocados os comedouros e bebedouros automáticos e dia após dia os comedouros e bebedouros infantis são retirados. Em torno do 60° dia, pela manhã, soltamos, os faisões para o que chamamos de pasto, grande área verde com pastagem e árvores e abrigos com comedouros e bebedouros
automáticos, é verdade que as aves terão uma conversão de peso menor, mas, evitaremos assim o problema de concentração e canibalismo. No mundo inteiro o faisão é caçado, inclusive todos os países desenvolvidos e radicais ecologicamente, prática essa não combatida pois os animais são criados para esse propósito, como um frango é criado para o abate. O próprio Príncipe Charles mundialmente conhecido como defensor da natureza é um aficionado por essa caça, esse empreendimento é gerador de imensa riqueza aos países, devido as altas taxas cobradas pelo governo e revertida ao meio ambiente. PROBLEMAS COM STRESS Não devemos esquecer, que o faisão é uma ave selvagem, dotado de um sistema nervoso muito aguçado. Stress modifica a velocidade vascular, causando a hipodermia, depressão nervosa e a super atividade das glândulas supra-renais, sendo esse um dos principais motivos de frustração na criação, principalmente para principiantes. Estes são os principais fatores que causam stress nas aves: densidade muito elevada no viveiro – problemas alimentares (água suja ou quente – poucos comedores, ração de baixa qualidade ou níveis baixo, mudança repentina de ração, falta de ração por um período) – excesso de calor e luz - transporte dos animais – mudança de ambiente – vacinação e aplicação de remédio – mudança brusca de temperatura – ruídos imprevistos – ataque de animais domésticos – presença de estranhos(quando necessário usar a mesma roupa que o tratador). INSTALAÇÕES Podem ser simples as instalações empregadas para a criação dessas aves. É preciso porém, que sejam higiênicas e de tamanho suficiente para o número de aves nelas encerrado. Necessário se torna ainda, que tenha algum espaço para andarem e ciscarem, bem como, um local para se abrigarem das chuvas, dos ventos, do frio, do calor e do sol. Para 01 macho e 03 ou 04 fêmeas, deve ser feito um cercado de tela, de 03 metros de largura por 5 ou 6 de comprimento, todo coberto por tela e arbusto para sombra dos animais. Deve haver também telhados ou casinhas para abrigo, orientados no sentido do nascente, para que o sol da manhã nelas penetre. Os faisões necessitam, enfim, de muita luz, lugar seco, arejado e espaço bastante para as suas correrias e para ciscarem a terra. Alguns criadores usam operar as asas das aves para que não voem, e as soltam em parques e cercados.
As instalações indicadas são suficientes para a maioria dos faisões, havendo porém, espécies que exigem mais abrigo, por serem mais delicadas. POSTURA: Em geral, as fêmeas não fazem ninhos, botando em qualquer lugar, no chão do cercado. Por isso, os ovos devem ser recolhidos, marcados com a data da postura, número da fêmea, a espécie a que pertençam e guardados em lugar fresco. O número de ovos varia com a raça, indo de 10 a 40 por ano. COMO CRIAR OS FILHOTES: Muitas vezes, em uma ninhada, é preciso 48 horas para que nasçam todos os filhotes. Por isso, é aconselhável ir tirando os que vão nascendo, para que a galinha não abandone o ninho com os primeiros nascidos. Os filhotes tirados do ninho devem ser colocados em uma caixa com palha e em lugar aquecido até que, nascendo o restante, sejam todos reunidos à galinha e com ela, colocados em uma gaiola ou instalação especial, em local seco e bem abrigado ou em uma criadeira com calor artificial. Os filhotes devem receber água fresca e limpa, em bebedouros iguais aos usados para pintos. Só devem receber alimentos 48 horas depois de nascidos. Sua alimentação deve constar de alfafa, capins ou gramas bem picados, grãos ou mistura de grãos, pão, ovos cozidos bem picados, aveia picada e tudo de preferência transformado em papa molhada com leite, e se possível, vermes e larvas de insetos. DOENÇAS: Os faisões são muito resistentes às doenças, mas, de um modo geral, estão sujeitos às mesmas moléstias que atacam as galinhas. Os modos de evitá-las e de combatê-las, são os mesmos que os empregados para as outras aves. ESPÉCIES E RAÇAS DE FAISÕES: Para orientação dos interessados são dadas, a seguir, as descrições de alguns faisões. FAISÃO COLEIRA: Suas qualidades principais são: o belo colorido, bom peso e vôo rápido. Muito apreciado para a caça. As cores são: cabeça verde com reflexos metálicos, pescoço verde azulado, parte do pescoço laranja raiado de púrpura e o peito

FAISÃO VENERADO: FAISÃO DOURADO: FAISÃO LADY AMHERST:
Origem no Tibet, China e Grande Mongólia. É muito bonito e parecido com o faisão dourado, tendo o topete e o corpo com variadas cores. É o que mais facilmente cruza com outras É originário da china e uma das espécies mais espalhadas. Os machos são aves lindíssimas, caracterizando-se por um penacho brilhante amarelo-dourado, cobrindo toda a cabeça e caindo, como um manto, sobre todo o pescoço. Possui cauda muito comprida. Sua postura vai de 10 a 30 ovos e a incubação dura de 23 a 24 dias.
Origem na China. Possui uma calda muito comprida, que chega atingir 2 metros. Possui uma linda plumagem. É de fácil criação em cativeiro. Cruzado com outro tipo de faisão, nascem filhotes de cores diversificadas.
Sua postura alcança de 20 a 25 ovos no período de setembro a dezembro, e a eclosão em 25 dias.

FAISÃO PRATEADO: FAISÕES: OUTROS TIPOS DE FAISÕES: Existem outros faisões, não mencionados aqui, mas com fotos e dados em nosso site. Origem na China, é muito criado tanto neste país quanto no Japão. Muito brigador, ataca e vence os outros faisões e mesmo galos domésticos. É um dos melhores para criação porque muitas vezes as fêmeas põem os ovos, chocam e criam os filhotes. É melhor porém, que os ovos sejam chocados por galinhas. Vive muito, havendo casos de alguns viverem 20 anos em cativeiro.
Devido ao seu grande tamanho, produz muita carne, possui um toque negro-brilhante, cara vermelha com pequenas carnosidades que parecem com crista e barbelas dos galos. Em sua plumagem, predominam as cores preta e branca. As fêmeas são menores, de cor predominante parda e põem de 18 a 20 ovos





















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